quarta-feira, 4 de março de 2020

Gigante pela própria natureza



Nós por vezes não entendemos a força que temos, o Brasileiro é assim em quase todas as áreas. Tivemos que esperar até 1958 e abandonar nosso complexo de virar lata após vencermos o mundial, mesmo tendo boas seleções e excelentes jogadores antes dessa conquista. Somos o país mais rico do mundo quando o quesito é terra e bens naturais. Mas mesmo assim ficamos pra traz a nível econômico. Como minha área é futebol, atreveria a escrever sobre o mesmo.
Hoje vê se a imprensa a querer enaltecer treinadores estrangeiros e dizer que brasileiro está ultrapassado, não concordo, vivo em Portugal, trabalho como treinador na China, fui a Portugal para estudar o futebol e reconheço que foi bom para meu crescimento. Durante esse tempo em que estou fora do Brasil pude perceber uma evolução no futebol e também nos treinadores brasileiros, diga se de passagem junto aos treinadores argentinos, os que contém mais títulos mundiais, contando títulos de seleções e mundiais de clube, fato. Dizem que contra fatos não há argumentos, então lá vai. Tite venceu a Libertadores e mundial, isso não tem 7 anos, e mesmo assim muitos tem a opinião que Jorge Jesus é melhor treinador que ele vencendo a Libertadores. Discordo, Tite da aula, é a prova viva, que o treinador brasileiro só precisa de voltar a ter oportunidade. O treinador é treinador, não interessa sua nacionalidade. Só pra constar aqui em meu blog, no que diz respeito a confronto, em Portugal e na China, tenho aproveitamento de 90% de vitórias contra treinadores europeus. Já fui pré julgado por treinadores europeus em relação ao falar inglês por exemplo, e quando menos esparavam, estavam a me ver falando até o mandarim. O que quero dizer com isso? Deus nos fez a sua imagem e semelhança e alguns se deixam bloquear e outros não, isso independe de nacionalidade.



segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Treinador de Facebook










Treinador de Facebook.

Existem muitos, muitos treinadores na internet. É muito fácil dar opinião, extremamente fácil depois de analisar e rever jogos lances isolado ou rever jogos e analisar no conforto da sua casa com ar-condicionado. Em Portugal eles estão brotando, proliferando.Terra do Mourinho, ele colocou o treinador portugues no mapa. Mourinho que em minha opinião ainda esta no top 5 dos melhores treinadores no Mundo. Guardiola, Klopp e Mourinho conseguem ir ao pormenor do gesto técnico, na parte ofensiva do jogo estão na frente. No futebol hoje, não é somente organizar defensivamente, é também organizar a parte ofensiva, de maneira peculiar no caso de Klopp, Guardiola e Mourinho. No caso de Mourinho, mesmo que muitos digam que já não está no mesmo nível, conseguiu vencer uma Europa League mesmo com aquela defesa do Manchester. Vencer uma Europa League é prova do que ainda é capaz o português na parte ofensiva do jogo.
  • Duas linhas de 4, primeira linha com 5 por vezes. Isso é o básico no futebol (deveria ser). Defender sempre foi mais fácil. Que bom que o futebol evoluiu, na verdade ele já havia evoluido com a seleção brasileira em 82 que infelizmente perdeu para Itália, Itália que tornaria se o modelo vencedor, de resultado nas duas décadas seguintes. Gostaria de escrever também sobre o treinador brasileiro. Quando iniciar a renovação dos treinadores no Brasil, o futebol brasileiro ira ser como o basquete dos Estados Unidos. É verdade, nós temos e sempre teremos a melhor matéria prima. Assim como os USA tem os melhores jogadores no basquete. O treinador brasileiro preparando se em alto nível torna se muito competitivo. Alguns treinadores na formação já iniciaram,  exemplo foi o triunfo da seleção brasileira que venceu o sub23 de 2019 em França e o fluminense campeão mundial sub17. Aliás, desde  2006 os clubes brasileiros na formação, vem vencendo a maioria dos torneios internacionais que disputam, o Coritiba por exemplo, se algum amigo europeu quiser fazer uma pesquisa no YouTube, ira conferir conquistas em torneios internacionais, onde havia gigantes europeus. Temos exemplo de Flamengo, Fluminense e outras equipes brasileiras fazendo o mesmo. Essa renovação é necessária, agradeço ao número baixo, velha guarda de treinadores brasileiros, obrigado. Porém a renovação é mesmo necessária. Você europeu, que pensa: o brasileiro está a escrever asneira. Confira se sua seleção já naturalizou um brasileiro. Já ? Fica tranquilo, em um futuro próximo ira ser treinada por um Brasileiro também.

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Aspirando organizar o caos




Texto copiado da pagina do facebook Raciocinar Futebol.
Gostei muito desse texto e resolvi compartilhar com vocês.


Date: 6 de Novembro de 2018Author: leandrosilva94


Da desorganização nasce e alimenta-se o caos. Organiza-se equipas na procura de retirar a aleatoriedade do jogo. Nem sempre fácil, porque o jogo de futebol é tão dinâmico e de sua natureza caótico, pelas dimensões, por haver apenas uma bola, e onze seres humanos de cada lado a procurar marcar e não sofrer.

É na utopia da organização e controlo do caos que os treinadores procuram controlar o jogo e trabalhar no dia a dia. Utopia, porque no fundo é uma viagem na procura do controlo e organização que nunca irá acontecer na sua totalidade.  Acredito, numa visão também filosófica sobre o jogo, que é da desorganização que nasce e se alimenta o caos – e cabe ao treinador organizar para retirar ao máximo a aleatoriedade. Para vencer, para jogar o jogo, para procurar dar espectáculo com organização – porque se essa não fosse necessária, para que serviria mesmo o treinador?

Por vezes, ou por tantas vezes, confunde-se e critica-se determinados tópicos referentes ao treinador que são incontroláveis. E olhar para o jogo, de forma critica, entendendo que existe caos e organização, ao saber separa-lo, é meio caminho andado para procurar perceber melhor o jogo de futebol.

Assente nisto, há a existência de um paradoxo. Se existe tantos fãs e apaixonados por futebol, deve-se ao caos que este apresenta, leia-se também imprevisibilidade ou aletoriedade.  No entanto, não o deixemos levar-se por si só. Citando e finalizando com Pochetinno, treinador do Tottenham, “Aspiramos criar um caos organizado”. É exactamente isso que um treinador – na minha visão sobre o jogo, deve estar ciente e procurar concretizar numa equipa e em todo o seu processo de treino.

https://www.facebook.com/1616352335333627/posts/1937423056559885/

terça-feira, 10 de julho de 2018

Equilíbrio

Faltou equilíbrio para o Brasil contra a Belgica. O tão pronunciado equilíbrio onde Tite queria que fosse uma constante. Muita gente, talvez 99% das pessoas, comentaristas, rádios , TV e também torcedores colocaram a culpa no Fernandinho. É por isso que ser treinador , não é para os 99%, e sim para o 1%. Bom treinador ai vamos ter que fracionar 0,1111%. Não que o Tite não seja um bom treinador, pelo contrário é ótimo e com toda certeza essa comissão técnica era a mais preparada para essa copa. Porém com toda capacidade eles erraram naquilo que davam como um dos fundamentos. O Equilíbrio. Como disse no começo do texto, muitos colocaram a culpa no Fernandinho. No meu entender de futebol, nossa seleção não conseguiu o objetivo de ir a semifinal, muito por conta do Paulinho que não sabe jogar nessa posição, ele não é volante, segundo volante. Sim, a posição do Paulinho é e sempre foi correr pra área. No Corinthians já era assim. Zero na construção, zero na marcação no primeiro combate, desarme. Não consegue. Contra o México sofremos e era o Casemiro, a diferença é que no México não há o Kevin de Bruyne para o Paulinho fazer a assistência do segundo gol que tirou do Brasil a oportunidade de uma prorrogação, a equipe não estava equilibrada. O treinador do Tottenham Maurício Pochettino, tentou improvisar colocando ele de extremo direto por ele não conhecer a posição. Vocês podem não concordar comigo em relação ao Paulinho, mas o fato é que o Brasil esteve bem melhor nos últimos 20 minutos contra o México. Casemiro e Fernandinho , a equipe precisava desse equilíbrio para fazer jogar Neymar , Coutinho e William entende ? A Bélgica teve esse equilíbrio com os 2 grandalhões Witsel e Fellaine dando liberdade para jogar os craques. França, Kante e Pogba e por aí vai. Se fosse para ter presença na área (caracteristica de Paulinho), por que não Firmino que já é atacante nato ? Com esse equilíbrio talvez não teríamos perdido o Casemiro por cartão ? Who Knowns. Como dizia o Momomunzart o SE já foi, TALVEZ ja era.


(Obs)
Isso não é perseguição com Paulinho ou qualquer outro jogador, até porque a história de vida e profissional é de superação e exemplar. Foi só o aspecto táctico, o Equilíbrio. Que venha 2022.🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Estudar, eu ?



É preciso segurança no comportamento no jogo posicional em posse? Sim, estou falando de Futebol! Esse é o modelo de jogo que escolhi para exemplificar, poderia ser outro. Agora respondendo a pergunta: Não só segurança no comportamento como também jogadores na sua maioria(elenco) dotados de grande qualidade tecnica. No jogo posicional em posse, também exige uma rápida leitura do momento do jogo. Ex: reação a perda em uma transição defensiva, onde 11 ou melhor, todo o elenco precisa saber onde e de que forma executar o pressing ou não executar dependendo de onde a equipe está no campo de jogo. Esse elenco precisa comprar sua ideia! Você precisa convence-los. Depois de "vender" e convencer, você precisa treina-los, elaborar exercícios, repetições. A informação precisa chegar, sim, seja lá da forma que for (de maneira simples de preferência) ela precisa chegar. Eles precisam entender. Entender qual idéia, e faze- los entender que essa ideia é o melhor para eles em determinado momento, exemplo: semana(microciclo) ou ano(macrociclo). Eles precisam sentir a evolução. Parece facíl ser treinador pois não? Hoje vivemos tempos de certas opiniões sobre o treinador estudar ou não. Vemos Renato Gaúcho conquistando a America e muitos de nós pensamos, será que é preciso ? Acredito que é preciso gastar bem o seu tempo estudando e buscando novas ideas dentro daquilo em que acredita. Parafraseando Albert Einstein, "tolice é fazer as coisas sempre do mesmo jeito e esperar resultados diferentes". Futebol não é ciência exata e precisamos ter o maior número de soluções possíveis, isso através do conhecimento adquirido. Te digo mais querido leitor, estou estudando justamente por não ser o Renato Gaúcho, e acredito que muito dessas declarações dele faz parte de seu marketing pessoal, que sempre deu certo, com certeza penso que ele esteja antenado no que vem acontecendo no mundo do futebol mundial. O cara foi um monstro jogando futebol, com 19 anos foi decisivo na conquista da libertadores e mundial do Gremio. Depois uma carreira brilhante e de alto Nível, jogando em grandes equipes. Conhecedor de causa e atalhos, indiscutível.
Porém, quase sempre há um porém. Fico com o exemplo partilhado por um vendedor em uma livraria de Madri, disse que Maradona e Simeone estiveram na mesma livraria, ambos almejando serem treinadores no futuro, Maradona disse que não precisava dos livros sobre tática perodização etc. Simeone logo que decidiu ser treinador na mesma livraria comprou 20 livros sobre futebol. Maior exemplo hoje no futebol brasileiro é o Tite. E te faço uma pergunta, quem jogou mais(qualidade), Renato Gaúcho ou ele ? Ou posso perguntar também, quem estuda mais ?

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

KEVIN DE BRUYNE




Como disse Bruce Lee em duas de suas frases, "saber não é o bastante, precisamos aplicar". "querer não é o suficiente, precisamos fazer.
Pois é! Hoje deparei me com uma opinião que estava pensar escrever aqui no blogue. (sad).
Obrigado Carlos Daniel,
Esse menino Joga Muito.            
Gostei muito do que li, 5 estrelas. (happy and enjoying).

Opinião de um dos melhores comentadores de Futebol que conheço.
Compactuo com ela.

CARLOS DANIEL 2017-11-06
Kevin De Bruyne é bem capaz de ser, por estes dias, o jogador mais completo que é possível encontrar num relvado: organiza como um médio centro, dribla em progressão como um extremo e finaliza como um goleador. Tem aquilo que é fácil ver a olho nu - qualidade de recepção e passe (curto ou longo) que distingue a elite, eficiência no uso de ambos os pés, aceleração na hora certa e o remate certeiro mesmo se ainda distante da baliza - mas tem principalmente o que faz a diferença: já não é só o jogador que carrega com ele a bola e a equipa, é também o que sabe baixar e organizar pelo passe, como não se limita a uma grande participação no momento ofensivo, que percebe também o avanço dos colegas e a necessidade de os compensar. Numa expressão: entende o jogo. E por isso o joga cada vez melhor. A entrevista que deu a Jamie Redknapp, na Sky Sports, há meia dúzia de dias, foi elucidativa. E notável.

Jamie, filho do treinador Harry, antigo médio de alguma qualidade, fez as perguntas, boas perguntas, mas próprias do jogador que joga, ou jogou. De Bruyne deu as respostas, melhores respostas, do jogador que pensa. Que pensa o que joga. A conversa, ilustrada com vídeos dos melhores momentos do belga nas últimas épocas, mostrou que mesmo um olhar atento, de quem jogou e hoje analisa, não esconde a passagem do tempo. As perguntas eram técnicas mas as respostas foram táticas, as questões apontavam ao gesto, as explicações falavam de espaço, Redknapp exaltava o individual, De Bruyne nunca ignorava o coletivo, sugeria-se o artista, o próprio respondia com equipa.

Logo na primeira resposta, o jovem belga foi à essência da evolução, em três letrinhas apenas: Pep. Foi com Guardiola que o rendimento dele – e, acrescento, o de Fernandinho e o de Silva, e de Sterling ou Sané – disparou. O jogo posicional abriu-lhes o entendimento e aumentou-lhes o rendimento, pois saber jogar é, antes de mais, saber onde estar. Surge o fabuloso golo da vitória em Stanford Bridge, já este ano – pode acompanhar-se a leitura com a recordação, via youtube -, na exaltação do gesto, brilhante, do convidado, que finalizou o lance. De Bruyne pede para recuar a imagem ao início do jogada em busca o mais importante: estavam todos na posição certa. A partir daí foi mais fácil, explica.

A conversa foi todo um compêndio. De Bruyne explicou como liga o seu jogo com o de David Silva e como isso exige que ele seja menos o 10 que já foi e recue no terreno para organizar, como a perceção de que ter Kyle Walker, lateral ofensivo a partir da direita, obriga a maior atenção às coberturas, ou como é diferente servir Sterling e Sané, que pedem muito a bola no espaço, ou Agüero ou Gabriel Jesus, que a querem também no pé. E explica como já foi outra a relação com o ponta de lança, quando jogava com Bas Dost, no VFL Wolfsburgo, e era essencialmente um ala cruzador. Tratava-se apenas de levantar a bola para a área que o holandês fazia o resto. Sabemos bem do que ele fala.

O futebol de De Bruyne é agora mais amplo que o de um extremo driblador e rápido, com ordem para cruzar. O belga vê mais campo porque valoriza o espaço. Entende a estratégia - ter os alas mais ou menos abertos depende também do adversário -  e coloca a estatística no seu lugar: “fazes agora muitos mais passes para a frente”, mostra-lhe Redknapp, “também jogo muito mais vezes a partir de trás”, desmonta o belga. Mas sim, passa para a frente, sublinha, que a ideia feita de que o jogo de Guardiola se baseia sobretudo na posse é tão redutora como pretender que Vilamoura seja o Algarve todo. Chega a ser cruel comparar o discurso de De Bruyne, 26 anos, ainda e apenas futebolista, com o de tantos colegas e até treinadores que insistem em falar de “atitude competitiva”, “espírito guerreiro” ou “capacidade de sacrifício”, como se balelas dessas pudessem ser exclusivo de alguém ou segredo de algum sucesso continuado. Ainda assim, antes isso que os que reduzem tudo a árbitros e jogos de bastidores


https://bancada.pt/futebol/opiniao/o-que-de-bruyne-joga-e-pensa





sexta-feira, 17 de março de 2017

Até os Grandes "erram"


 Quinta-feira 16/03/2017 lendo o jornal Record, como faço todas as manhãs em Portugal, deparo-me com a noticia de que o presidente do Bayern, Karl-Heinz Rummenigge, acredita que Renato Sanches, jovem médio português contratado junto ao Benfica por 35 milhões de euros, estará  a altura  de suceder os passos de Xabi Alonso, o espanhol que retira-se dos relvados no fim da actual temporada.
 Voce deve estar curioso a respeito do titulo do meu texto, e deve estar perguntando: qual o sentido do titulo? O sentido ao meu ver é que o Bayern não é apenas grande, mas sim um gigante Europeu, porém "errou" Renato não é médio defensivo. Eu vejo a maneira de jogar e o modo de estar em campo dos dois atletas bem diferentes. Xabi é um médio defensivo que faz a bola andar com passes curtos e longos, já Renato Sanches é um médio interior que conduz mais a bola e é forte fisicamente, o famoso box to box. Note-se que coloquei erram entre aspas, Renato é um bom jogador com margem de evolução ainda, mas não na função do Xabi Alonso. O espanhol é um médio no estilo Guardiola (quando jogava), Redondo(Argentina), diferente do Renato Sanches. Para essa função o Bayern teria acertado, e com convicção digo isso, se tivesse contratado o médio defensivo do Porto: Rubens Neves, que da sua geração, para mim, é o melhor médio de Portugal e talvez da Europa nessa função defensiva, a construir o jogo de trás para frente.  A contratação do Renato ao Benfica foi muito em função dos holofotes estarem virados para a Luz, devido a ótima época do Benfica que culminou no Tri- campeonato. O miúdo também foi campeão Europeu com Portugal e decisivo durante a competição, não estou pondo em causa a qualidade e sim a função que ele pode vir a fazer em campo. O Bayern como Gigante que é, se realmente fez a contratação para substituir Xabi Alonzo, deveria ter contratado Rubens Neves ou outro jogador do mesmo perfil. O Renato pode sim, por exemplo, substituir o Vidal sem problemas. É a isso que me refiro. Uma equipe dessa magnitude deveria ter prestado atenção nisso, sem duvidas. Ok gente foi só mais um post, um ponto de vista. Nem tudo esta perdido para o Bayern (lol) podem sempre contratar o Rubens Neves, o Renato é certo que vai brilhar e achar seu espaço, mas não como médio defensivo.